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Eu não sou daqui

Porque Ourém está mesmo ali ao lado

11 novembro, 2006


Extracto da acta do Capítulo das Confissões, datada do dia de São Martinho de doismileseis


Os monstros são onde somos e às horas que somos. Adiante.
Embora constantino corbain seja uma criatura incapaz de lavrar agradecimentos, cumpre reconhecer e enunciar as pessoas que, por algo - mais do que as palavras condensam e permitem exprimir -, contribuíram para a edição de um caderno de cordel com o título apontamentos para monstroário. Quem são essas pessoas? Várias, uma por parágrafo, são:
o André Simões, ilustre timoneiro, quase cowboy solitário, dessa causa (que deve ser comum) chamada Auren - Associação Cultural;
o Rui Melo, que permitiu a rádio actividade da Auren - Associação Cultural, muitas vezes quase em registo de oração bravia, na frequência da ABC Rádio e, para além disso, emprestou recursos da Tipografia Ouriense para concretizar e materializar o tal caderno de cordel;
o Sérgio Ribeiro - e, através dele, a Som da Tinta -, que acolheu a proposta e lavrou o imprimatur para a edição em papel dos referidos apontamentos;
o Filipe Saraiva, autor das ilustrações da monstruosidade e da amizade que iluminam e valem mais do que o raio de todos os apontamentos juntos;
o Nuno Abreu, autor da puta fotografia Auren, retrato do lugar e do tempo que, sabe-se, vigiam os monstros de quem sofre o constantino corbain.
Sem a culpa destes cinco, embora havendo o desgraçado constantino corbain, evoé!, não haveria apontamentos para monstroário como há. Há, pois, quem lhes esteja grato. E por ser verdade se ordenaram estas palavras em acta confessional.

imagem © José Malhoa (Os Bêbados ou Festejando o São Martinho)

| Referência

2005/2010 © Sérgio Faria